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CRIME CHOCA MARÍLIA: FUNCIONÁRIO DE ASILO É PRESO SUSPEITO DE ESTUPRAR IDOSA COM ALZHEIMER

 Um caso grave de violência sexual contra pessoa vulnerável causou indignação e repercussão em Marília. Um funcionário de 64 anos, que trabalhava há mais de duas décadas em um asilo tradicional da cidade, foi preso pela Polícia Civil sob suspeita de estupro de vulnerável contra uma idosa residente da instituição.

De acordo com as informações apuradas, o crime teria ocorrido na noite do último domingo (4), dentro do quarto da vítima. A idosa, que possui diagnóstico de Alzheimer, não teria condições de compreender a situação nem de oferecer qualquer tipo de resistência, o que caracteriza o crime de estupro de vulnerável, conforme previsto na legislação brasileira.

O abuso foi descoberto após outros funcionários perceberem movimentação suspeita no quarto da idosa. Ao entrarem no local, teriam encontrado o funcionário em ato sexual com a vítima. Ao notar que havia sido visto, o suspeito abandonou o local de trabalho e fugiu, não retornando ao asilo.

A direção da instituição foi comunicada e, posteriormente, registrou a ocorrência na Central de Polícia Judiciária (CPJ), dando início às investigações conduzidas pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM).

Após a denúncia, a Polícia Civil realizou diligências em endereços ligados ao suspeito, inclusive em distritos do município. O homem não foi localizado inicialmente, mas se apresentou posteriormente na delegacia acompanhado de um advogado, com a intenção de prestar esclarecimentos.

No entanto, diante da gravidade dos fatos, a Polícia Civil solicitou a prisão temporária, que foi deferida pela Justiça. O suspeito foi preso e permaneceu à disposição do Judiciário, aguardando audiência de custódia. Ele deve ser transferido para a Penitenciária de Gália, unidade destinada a presos acusados de crimes sexuais.

Providências da instituição

Em nota oficial, a direção do asilo informou que o funcionário foi demitido por justa causa assim que o caso veio à tona. A instituição ressaltou que prestou total apoio à vítima e à família, acompanhando o registro da ocorrência, a realização de exames médicos e de corpo de delito, além dos atendimentos necessários.

A entidade destacou ainda que possui quase 90 anos de atuação e que nunca havia registrado um caso semelhante, classificando o episódio como isolado e totalmente incompatível com seus princípios, valores e protocolos de cuidado com os idosos. A instituição afirmou continuar colaborando integralmente com as autoridades.

O crime de estupro de vulnerável é considerado um dos mais graves do Código Penal Brasileiro, com pena prevista de 8 a 15 anos de reclusão, podendo ser agravada conforme as circunstâncias. O fato de a vítima ser uma idosa com doença neurodegenerativa, sob os cuidados de uma instituição, agrava ainda mais a situação e levanta alertas sobre a necessidade de fiscalização e protocolos rigorosos em casas de repouso.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

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