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| Foto: Arquivo/Internet |
Uma mulher de 43 anos foi detida em flagrante neste domingo ao tentar entrar na Penitenciária de Álvaro de Carvalho, na região de Marília (SP), transportando cerca de 167 gramas de maconha escondidas nas partes íntimas do corpo.
O caso aconteceu durante o período de visitas, no final da tarde de domingo (25), quando a visitante passou pelo sistema de revista com scanner corporal — equipamento que detecta objetos ou volumes incompatíveis com o corpo humano. As imagens geradas pelo aparelho chamaram a atenção dos agentes penitenciários, que desconfiaram da presença de algo irregular na região genital da mulher.
Ao ser abordada pelos policiais penais, a visitante acabou confessando que transportava a droga no corpo. Em seguida, retirou o invólucro com a substância e entregou às autoridades. A maconha foi apreendida e encaminhada à perícia no Instituto de Criminalística para análise.
Após a apreensão, a mulher foi levada ao Pronto-Socorro mais próximo para atendimento médico, procedimento comum nesse tipo de ocorrência para garantir a segurança e integridade física da detida antes de qualquer medida legal subsequente.
Encaminhada à Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Marília, ela foi autuada em flagrante por tráfico de drogas e aguarda audiência de custódia, que definirá sua prisão preventiva ou outras medidas cautelares previstas em lei.
Este tipo de ocorrência, apesar de chocante, não é isolado na região. Sistematicamente, visitantes de unidades prisionais são flagradas tentando burlar a segurança para levar drogas e outros itens proibidos aos detentos — muitas vezes recorrendo a esconderijos no corpo ou em objetos pessoais.
O uso do scanner corporal tem se mostrado uma ferramenta fundamental para impedir a entrada de entorpecentes, armas ou aparelhos eletrônicos nas penitenciárias, fortalecendo a prevenção e a segurança dentro do sistema prisional.
Especialistas em segurança prisional afirmam que a apreensão de entorpecentes em dias de visita contribui para reduzir a circulação de drogas dentro dos presídios, um fator que impacta diretamente na manutenção da ordem e na redução de conflitos entre os detentos. A estratégia de revista tem sido intensificada em diversas unidades do estado nos últimos meses.
Autoridades penitenciárias reforçam que tentativas como esta representam um desafio constante à segurança pública. “Cada flagrante como este evita que entorpecentes circulem dentro da unidade, protegendo não só os servidores e visitantes, mas também a população carcerária”, destacou um policial penal que preferiu não se identificar.
A sessão de visitas segue suspensa para a visitante detida, que permanece sob custódia à disposição da Justiça, enquanto o processo aguarda andamento nas instâncias legais competentes.
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