A cidade de Marília vive um cenário misto na luta contra a dengue no início de 2026. Embora os números de casos confirmados tenham caído drasticamente em comparação com o ano anterior, as autoridades de saúde mantêm um alerta constante diante da presença do mosquito Aedes aegypti e do risco de novos surtos.
A prefeitura relatou que agentes de saúde já realizaram cerca de 20 mil visitas domiciliares para inspeção e orientação contra o mosquito transmissor. Também foram feitos serviços de nebulização em 27 quarteirões, com mais de 260 imóveis atendidos, além de 283 inspeções em pontos estratégicos, como borracharias, depósitos e áreas com maior risco epidemiológico.
Apesar da queda nos casos clínicos, o primeiro levantamento do ano do LIRAa (Levantamento de Índice Rápido para Aedes aegypti) mostrou um Índice Predial de 3,9, classificado em situação de alerta para risco de surto de dengue e outras arboviroses transmitidas pelo Aedes. A maior parte dos focos detectados foi encontrada dentro das casas, reforçando a necessidade da participação ativa da população no controle do mosquito.
Autoridades de saúde enfatizam que a colaboração dos moradores é essencial para manter os indicadores sob controle. É fundamental que os moradores autorize a entrada dos agentes de saúde em suas residências, eliminem recipientes com água parada, vistoriam áreas externas e sigam todas as orientações para evitar criadouros do mosquito.
No ano anterior, em 2025, Marília enfrentou um dos maiores surtos de dengue da sua história, com milhares de casos confirmados e dezenas de óbitos pela doença. Em julho de 2025, a Prefeitura informou que havia chegado ao 30º óbito por dengue no município, com famílias impactadas profundamente pela doença.
A cidade de Marília demonstra um avanço significativo no controle da dengue em 2026, fruto de ações intensivas de vigilância epidemiológica, visitas domiciliares e campanhas de prevenção. Porém, o risco ainda persiste, especialmente devido ao índice de infestação do Aedes aegypti detectado e ao contexto climático que favorece a proliferação do mosquito. Por isso, a participação da população segue sendo peça-chave para evitar novos surtos e proteger a saúde da comunidade.
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