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SEQUESTRO DE CRIANÇA NA REGIÃO DE MARÍLIA TERMINA COM PRISÃO DE FAMÍLIA APÓS PERSEGUIÇÃO POLICIAL

 

FOTO: DIVULGAÇÃO/ PISTOLAS, MUNIÇÕES, CARREGADOR E CELULAR APREENDIDOS

Uma ocorrência grave registrada na madrugada desta segunda-feira terminou com a prisão de seis pessoas e o resgate de uma criança de 2 anos após um sequestro em Quintana e cerco policial na praça de pedágio de Oriente, na Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294). 

Segundo a Polícia Militar, equipes foram alertadas por volta das 1h20 sobre um veículo Jeep Renegade branco com indivíduos armados que deixavam uma residência após um crime em Quintana. A denúncia indicava que integrantes daquele grupo teriam invadido uma casa, ameaçado moradores e levado uma criança pequena contra a vontade da mãe. 

A mãe contou aos policiais que o principal suspeito, identificado como o pai da menina de 2 anos, invadiu sua casa acompanhado de outros familiares durante a madrugada. Ainda conforme o relato, o homem teria agarrado o irmão da mãe pelo pescoço e, com uma arma apontada à cabeça, constrangido os moradores no local. Enquanto isso, outros envolvidos davam cobertura armada. Sob grave ameaça, a criança foi retirada do colo da mãe e colocada no veículo. 

As equipes de patrulhamento visualizaram o Jeep nas proximidades de Pompeia e iniciaram um acompanhamento tático. O cerco foi concretizado na praça de pedágio de Oriente, onde o veículo foi interceptado de forma segura. No automóvel estavam seis adultos e a menina de 2 anos — todos foram detidos no local. 

Durante a abordagem, os policiais encontraram duas armas de fogo de calibre 9 mm, com munições intactas, além de um carregador adicional e dezenas de munições no interior do veículo. 

A criança foi encontrada sem ferimentos e imediatamente entregue à mãe no próprio local da abordagem. As seis pessoas detidas foram levadas à Central de Polícia Judiciária de Marília, onde foram autuadas em flagrante por diversos crimes, que incluem sequestro, porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, violação de domicílio e violência doméstica. 

A autoridade policial responsável formalizou o registro da ocorrência e explicou que a gravidade dos fatos e o risco à segurança das vítimas motivaram a representação pela manutenção das prisões preventivas. O caso agora segue sob investigação da Polícia Civil, que irá aprofundar as apurações sobre o motivo do crime e eventuais antecedentes familiares. 



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